segunda-feira, 3 de maio de 2010

Degradante e inexplicável

Na conferência do Dr. Luís Raposo estiveram presentes sete pessoas. Então o que é feito dos amigalhaços do Museu? Ou só aparecem quando cheira a "poder"? É mau demais para ser verdade.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Centenário do Museu a 17 de Abril: desabafos sentidos


No passado dia 17 de Abril comemorou-se o centenário do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior. O ponto alto foi no Salão da Instituição, onde estiveram presentes personalidades a começar pela "sinistra" ministra da Cultura. Não fui lá, melhor, nem sequer fui convidado. Pelos vistos dedicação e trabalho (muito trabalho) à borla são desvalorizados pela actual direcção do Museu. Por lá andaram igualmente muitos "amigos" do Museu. Houve muitos desmentidos sobre a municipalização do Museu, mas nesses eu não acredito. Está o Museu condenado a passar para um Munícipio que se se deu ao luxo de escavacar todo o casco medieval da cidade sem acompanhamento arqueológico. É verdade, está entregue à bicharada.
Foto de António José Veríssimo Teixeira Bispo do Blog Albicastrense. Esse sim esteve presente na sessão.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Artefacto de Le Moustier (França)

Ponta em siléx recolhida por Francisco Tavares Proença Júnior na estação arqueológica de Le Moustier em França.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Ara de Escalos de Cima

Pequena ara, dedicada a Jupiter Óptimo Maximo, encontrada na estação arqueológica romana de Vale da Alagoa (Escalos de Cima), de onde vieram outros objectos para o Museu. Esta peça foi oferecida a Francisco Tavares Proença Júnior pelo Visconde de Castelo Novo em 1904.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Prato de esmolas fabricado em Nuremberga

Prato de ofertas proveniente de Sarzedas. Entrou no Museu em 1914.
Trata-se de uma peça do século XVI fabricada na Oficina de Nuremberga.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Ara aos Lares Caurienses da Zebreira (Idanha-a-Nova)


Magnífica ara encontrada quando se abria um poço em Setembro de 1954 na Quinta da Nave Aldeã, freguesia da Zebreira.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Ponta de seta das Antas do Ponsul

Que maravilha. Quantas vezes passou e foi acarinhada pelas minhas mãos... Saudades malvadas.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Lápide hebraica volta para Belmonte



Diz o semanário Gazeta do Interior que a lápide hebraica que faz parte desde 1910 do espólio do Museu Francisco Tavares Proença Júnior vai regressar a Belmonte. Porém tal peça não esteve 100 anos no Museu Albicastrense, muitos anos esteve depositada no Museu Abraão Zacuto em Tomar. Não estamos de acordo com esta dispersão dos artefactos do Museu, tal é sinal inequivoco do seu fim, tal tal sempre o conhecemos. De motor cultural de uma cidade sem cultura irá gradualmente passar a armazém municipal e cantareira de taxos locais.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

António Salvado há 12 anos

Vai fazer em Maio 12 anos que foi feita alguma justiça a um "justo". António Salvado, meu Amigo Mestre, foi enfim ressarcido das injustiças que lhe foram impostas alguns anos antes. Mas, penso que nem a cidade de Castelo Branco, nem o Museu fizeram verdadeiramente as pazes com este grande Homem da cultura.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

O centenário já está bem perto

No mês de Abril o Museu de Francisco Tavares Proença Júnior atinge a bonita idade de 100 anos. Espero que o centenário seja festejado com pompa e circunstância e nas celebrações estejam presentes todas as Entidades e sensibilidades nacionais e locais. Que o centenário não seja mais um pretexto para exclusões.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Feliz Natal

Imagem retirada daqui
Apesar deste espaço estar quase às moscas, mesmo assim quero desejar um Bom Natal a todos os Homens de boa vontade.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O Bordado de Castelo Branco

Para ser sincero, nunca morri de amores, pelo chamado Bordado de Castelo Branco, mas que o estão a entregar aos "bichos", lá isso é estão. Tanta a gente a "estudar" para chegar a conclusões tão peregrinas e convenientes. Pobre bordado, pobre Museu...

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Anel de Idanha-a-Velha no Museu

Em 1988 servi de intermediário, à borla, entre o Museu e a pessoa de Idanha-a-Velha que possuia este anel, para que o mesmo fosse integrado nas colecções do Estado e não vendido a um ourives, que o compraria por uma ninharia e o fundiria por certo. Nunca esperei receber uma medalha por esta acção, mas também nunca se me reconheceu minimamente tal esforço. Como tal hoje o dou a conhecer.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Mais memórias do Museu

Um excelente trabalho do Amigo Pedro. Estavamos em 1981.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Outro pintor que me marcou

Quem ainda se lembra da exposição de António Carmo? Por certo, muitos. Embora não fosse tão colorida...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Estela menhir de São Martinho (Castelo Branco)

Imagem retirada daquí
Esta famosa peça do Museu Francisco Tavares Proença Júnior deveria ser o seu ex-libris e não o passarinho dos bordados albicastrenses.
Fruto das explorações do patrono do Museu no Monte de S. Martinho, este documento ainda hoje tem todo o seu encanto e pelos vistos presta-se a novas leituras e a novos desenvolvimentos. Novos dados serão por certo revelados para breve.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

As peças de arqueologia em posse da Câmara, para o Museu...Já


Em 1982 o Centro de Estudos Epigráficos da Beira editou um breve estudo de 12 páginas e 6 lâminas de fotografias da epigrafia romana do Monte de S. Martinho, importante local arqueológico situado nas imediações da cidade e por isso mesmo, directamente ameaçado pela construção clandestina e por buscadores de tesouros. O estudo constava da descrição de sete peças, todas elas fazendo parte do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior de Castelo Branco. Os autores do mesmo foram os meus muito estimados Amigos Manuel Leitão e josé Manuel Garcia.
Há alguns anos, tivemos conhecimento de que funcionários da Câmara Municipal de Castelo Branco descobriram mais algumas inscrições romanas na zona do S. Martinho e mesmo dentro da cidade. Essas epigrafes foram descritas no Ficheiro Epigráfico, publicação anexa à revista Conimbriga. Desde então nunca mais se soube destas "preciosidades" romanas, até que alguém que pediu o anomimato nos revelou que estas epigrafes se encontravam há já alguns anos no estaleiro da Câmara, possivelmente a aguardar a ida para o Museu do Canteiro em Alcains.
Pergunto. Que estão a fazer estas peças no estaleiro da Câmara, quando podem e devem ser integradas no Museu da cidade? Qual a jogada que está por aí a haver? Os responsáveis da direcção do Museu e associação de Amigos estão a dormir? Porque carga de àgua poderão ir peças arqueológicas da cidade para Alcains, para o Museu do Canteiro? Não estarão as tais peças melhor junto às outras de igual proveniência e em local onde os albicastrenses as possam admirar, nem que seja nas reservas? Responda quem possa saber.
Já agora para quando a trasladação do dólio que está no jardim do Governo Civil para o Museu onde efectivamente pertence?
Como diria o Jô Soares "tem pai que é cego..."