
Magnífica ara encontrada quando se abria um poço em Setembro de 1954 na Quinta da Nave Aldeã, freguesia da Zebreira.
Blog dedicado à memória do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior de Castelo Branco.


Vai fazer em Maio 12 anos que foi feita alguma justiça a um "justo". António Salvado, meu Amigo Mestre, foi enfim ressarcido das injustiças que lhe foram impostas alguns anos antes. Mas, penso que nem a cidade de Castelo Branco, nem o Museu fizeram verdadeiramente as pazes com este grande Homem da cultura.
Imagem retirada daqui
Em 1988 servi de intermediário, à borla, entre o Museu e a pessoa de Idanha-a-Velha que possuia este anel, para que o mesmo fosse integrado nas colecções do Estado e não vendido a um ourives, que o compraria por uma ninharia e o fundiria por certo. Nunca esperei receber uma medalha por esta acção, mas também nunca se me reconheceu minimamente tal esforço. Como tal hoje o dou a conhecer.
Quem ainda se lembra da exposição de António Carmo? Por certo, muitos. Embora não fosse tão colorida...
Imagem retirada daquí
E tudo começou aqui, na capela do convento de Santo António em Castelo Branco. Francisco Tavares Proença Júnior a partir das suas colecções de arqueologia inaugurava em 17 de Abril de 1910, sem pompa nem ciscunstância o então Museu Municipal. Foi também ele o seu primeiro Director e quem redigiu o regulamento interno. Pode dizer-se que a abertura deste espaço teve mais repercussões positivas fora da cidade que no burgo em si. Já na altura a cultura entrava sempre pela porta pequena da tacanha e retrograda sociedade albicastrense.
Mário Silva é um dos muitos pintores contemporâneos presentes na colecção de Arte Moderna do Museu Francisco Tavares Proença Júnior. Esta colecção foi iniciada muito tenuamente nos anos 70 do século passado por Fernando de Almeida e incrementada e de que maneira pelo Director seguinte António Salvado nas décadas seguintes.