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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Manuel Leitão e o Museu

Manuel Leitão foi dos primeiros jovens a acercar-se do Museu em meados da década de 70 do século XX. A Direcção apoiou na medida do possível, pondo desde logo o acervo à disposição para pequenos estudos o que implicou um revigorado entusiasmo e empenho numa pequena, mas irrequieta comunidade de jovens amantes da arqueologia. Com Manuel Leitão vieram também Álvaro Baptista, Joaquim Baptista, Pedro Salvado, Manuel Barata, José Henriques, etc.
Hoje em dia o Museu parece estar de costas viradas para os investigadores, qualquer estudo requer uma burocracia asfixiante, em autorizações para tudo. Aliás segundo parece o museu está de costas para tudo e especialmente para quem no passado deu o seu melhor em prol da Instituição, como é o caso dos ex-funcionários e outros colaboradores. Uma mão cheia de colunáveis sociais assume agora o papel de "Amigos" do Museu, mas nos tempos difícies pelo que o "Tavares Proença Júnior" passou, onde estavam esses "amigalhaços"?

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Idanha-a-Velha e a utopia

Por pouco tempo o Museu Francisco Tavares Proença Júnior, nos primeiros anos da década de oitenta do século passado, teve a função de Coordenador do Património classificado do seu raio de acção. Mais não era que fazer as folhas de pagamento aos respectivos guardas, mas mesmo assim houve tentativas para se fazer algo mais em Idanha-a-Velha assim como em Belver.Mas tudo foi de pouca dura. As elites locais, ignorantes e ciosas do seu poder feudal e paternalista tudo deitaram a perder. Os monumentos que o Museu coordenava eram o castelo e capela de Santiago de Belmonte, a estação arqueológica de Idanha-a-Velha, os castelos de Belver e Amieira do Tejo e o convento da Flor da Rosa.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Arte rupestre do Vale do Tejo

























Dentro das limitações económicas O Museu sempre colaborou com investigadores que trabalhavam na zona. Foi uma época empolgante e cheia de movimento. Tenho muitas saudades dela.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

L'Age du bronze au Musee de F. Tavares Proença Júnior

Em 1976 o Museu editou este livro pioneiro no estudo da Idade do Bronze no distrito de Castelo Branco. Completamente inovador a nível nacional, mesmo assim teve pouca repercussão nos "estudos" portugueses. Problemas de interioridade... de certezinha absoluta.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O Museu e o intercâmbio de investigações com Espanha

Quando ainda não se ouvia falar em programas comunitários de cooperação. O "Tavares Proença" estava à frente do seu tempo. Estavamos em 1981.