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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Anel de Idanha-a-Velha no Museu

Em 1988 servi de intermediário, à borla, entre o Museu e a pessoa de Idanha-a-Velha que possuia este anel, para que o mesmo fosse integrado nas colecções do Estado e não vendido a um ourives, que o compraria por uma ninharia e o fundiria por certo. Nunca esperei receber uma medalha por esta acção, mas também nunca se me reconheceu minimamente tal esforço. Como tal hoje o dou a conhecer.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Idanha-a-Velha e a utopia

Por pouco tempo o Museu Francisco Tavares Proença Júnior, nos primeiros anos da década de oitenta do século passado, teve a função de Coordenador do Património classificado do seu raio de acção. Mais não era que fazer as folhas de pagamento aos respectivos guardas, mas mesmo assim houve tentativas para se fazer algo mais em Idanha-a-Velha assim como em Belver.Mas tudo foi de pouca dura. As elites locais, ignorantes e ciosas do seu poder feudal e paternalista tudo deitaram a perder. Os monumentos que o Museu coordenava eram o castelo e capela de Santiago de Belmonte, a estação arqueológica de Idanha-a-Velha, os castelos de Belver e Amieira do Tejo e o convento da Flor da Rosa.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Estatueta romana no Museu

Estatueta em azinho encontrada no fundo de um poço romano no fim dos anos sessenta, em Idanha-a-Velha. Esta é uma das peças mais importantes do Museu, mas há anos que está , talvez, em reserva.
Já que ninguém avança com o Museu da Egitânia, porque razão o Museu de Castelo Branco não avança com uma exposição, mais ou menos, temporária de materiais arqueológicos dessa procedência que possue nas suas colecções? Era uma maneira de chamar a atenção.